anel de couro

 

 

Agora é tudo obrigação. Ai que dói! Perdeu-se a graça no gozo, perdeu-se toda invenção. “Só desilusão.” Chato. Só lamúrias, lamurías. Chego ao Bukowski dos meus pensamentos perguntando o que será que tem no meio dessas pernas, de tantas pernas. Não dá espaço, diz que não compensa “o casamento, as amigações…pelo que a mulher exige em troca.”

ah desalento, tanto adjetivo e nenhum me serve quando se trata da minha menina. qualquer menina, qualquer minuto a gente se tolera. No copo no canto, na porta da esquina cada uma que sorri, uma bunda é maravilha! (AI!) Adeus! Me vou querida!

O inferno é que a gente queria…só ia, ia.

 

E foi indo que a gente num tem mais dois lados. tu sem eu. O soco perdido no ar faz cair por terra – Aleluia – a paz maçante que existia.

 

Puta!

É bonita, sedosa. é! Tem colo, tem suor, tem madrugada.

Mas querida…não assopra!

 

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